Logo do Jusbrasil com acesso para a página inicial
Todos
Todos
Artigos e Notícias
Jurisprudência
Diários Oficiais
Modelos
Peças Processuais
Legislação
Consulta Processual
Doutrina
Buscar no Jusbrasil
Cadastre-se
Entrar
Home
Consulta Processual
Jurisprudência
Doutrina
Artigos
Notícias
Diários Oficiais
Peças Processuais
Modelos
Legislação
Diretório de Advogados
Advogado Online
Flavia Cavalcante
Governador Valadares (MG)
2
seguidores
0
seguindo
Seguir
Sobre mim
Advogada especialista na Area do Trabalho
Principais áreas de atuação
Direito do Trabalho
,
100%
Ramo do direito que visa regulamentar proteção ao turista, focando na atenção aos aspectos trabal...
Correspondência Jurídica
Serviços prestados
Distribuições
Audiências
Conciliação
Acompanhamentos
Cópias
Protocolos
Recomendações
(
2
)
Eunice de Araújo Gomes
Comentário ·
há 8 anos
"Dinheiro compra até amor verdadeiro": sites que patrocinam Sugar Daddies X sugar Babies, o que são?
Elane F Souza Advogada
·
há 8 anos
Sinceramente, não gostei do post, principalmente em um blog jurídico, mas tudo bem, esta é a minha opinião apenas, não necessariamente seja verdade. Posso estar errada neste sentido.
Contudo, o que realmente me causou espanto foi a forma em que a autora julga as mulheres, apesar de dizer que não as julga.
Vamos, lá, destaco:
"Pior é fazer parte de um site como os que fiz e aceitar se prostituir sem ganhar nada; porque, verdade seja dita: quem vai ao encontro de um homem que conheceu na internet, para tomar um café ou um almoço, e em seguida se dirige a um motel com ele, o que é? Pior que prostituta, pois esta se valoriza recebendo pelo que proporciona! É a sua profissão e não deve envergonhar-se disso! Já quem faz de graça..."
Por qual motivo uma mulher que decide transar com alguém que conheceu recentemente seria "pior que prostituta"? Então a mulher simplesmente não pode gostar de sexo? Não pode ter - e gostar - de sexo casual?
A cereja do bolo realmente é dizer "Pior que prostituta, pois esta se valoriza recebendo pelo que proporciona!"
Então as mulheres devem receber algo em troca do prazer que proporcionam, além do prazer que também recebem??????? Sexo é moeda de troca?????
Lendo o texto, parece que mulher só transa com segundas intenções, ou ter um relacionamento ("arranjar/manter namorado"), ou ganhar dinheiro. Porém, nem todas nós usamos nossas genitálias com segundas intenções, seja em um relacionamento fixo, seja de forma casual.
Então, quem vai ao motel com um homem que acabou de conhecer é apenas uma mulher que transa porque gosta ter prazer sexual. Quem "faz de graça", é pq entende ser livre para ter prazer sexual casual com quem quiser. Entendido?
2
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Felipe Depra
Comentário ·
há 8 anos
"Dinheiro compra até amor verdadeiro": sites que patrocinam Sugar Daddies X sugar Babies, o que são?
Elane F Souza Advogada
·
há 8 anos
Curiosamente, só tem um problema que ninguém toca nesse caso e no de outros aplicativos, se ele presta um serviço de comunicação (similar os UBER) e não de prostituição, ele deveria pagar impostos?
E uma vez que seja legalizado, o que eu espero pois compartilho da visão amoral da autora, quem paga o imposto e declara? O Daddy ou a Baby?
O grande ponto que deve ser debatido, é qual o limite das exigências comerciais do Daddy? Exclusividade? Exames médicos atualizados? Deve existir prestação de contras? E os direitos da baby? Algum direito de indenização? Se ele a assediar (estamos em uma relação de patrocínio)? Quem define o preço?
Hoje eu sou contra os sites por algumas razões:
1 - Dá muito poder ao homem na relação, pois não garante nenhum tipo de proteção a mulher, pois os sites se definem como meios de comunicação, se eximindo de qualquer responsabilidade ou verificação de segurança.
2 - A segurança desses sites é ridícula, e muitos podem vender seus bancos de dados com as informações dos usuários, especialmente por que os servidores não ficam no país onde atuam. E caso isso ocorra, as mulheres com certeza irão sofrer o pior.
3 - Não existe padrão de valor para cada serviço prestado. Infelizmente, se a ideia é usar o sexo como moeda, fatores subjetivos não podem entrar no preço, apenas na gorjeta. Isso significa determinar uma tabela e qualificar a belezas das mulheres, isso serve para proteger ambos os lados dentro do espectro consumerista e criminal (evitar acusações de fraude e etc).
4 - Não existe rede de apoio ao lado mais fraco em uma relação dessas. Apesar de geralmente ser a mulher, não existe protocolo mínimo de trabalho. Logo mulheres que não são liberais como a autora, rapidamente ficarão fora do mercado e não poderão fazer ou falar nada a respeito. Além disso, um homem pode ser chantageado também, assim como as mulheres, pois o estigma social e familiar a respeito da "prostituição" (troca de dinheiro por prazer físico) é muito forte, especialmente onde valores religiosos são imperativos.
Acho muito interessante, mas no Brasil, com nossa cultura hipócrita e a aceitação social a crimes de ódio, as mulheres que abraçarem essa forma, serão limitadas ou punidas em seu futuro profissional ou familiar de alguma forma. Seja por não receber o reconhecimento devido por "ter trepado em troca do emprego" (falsa imagem que acaba denegrindo a imagem da mulher e a impedindo de assumir cargo mais altos) ou por estimular o assédio sexual. O brasileiro não tem maturidade e inteligência para usar isso sem destruir pessoas no processo.
3
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Perfis que segue
Carregando
Seguidores
(
2
)
Carregando
Tópicos de interesse
(
2
)
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres
Criar minha conta
Outros advogados em Governador Valadares (MG)
Carregando